• Sex 12 Maio 2017

    A DESPEDIDA DO DDD 2017

    Depois de 16 dias de intensa programação, o Festival DDD – Dias da Dança 2017 termina, no sábado, 13 de maio, com um dia preenchido — oito espetáculos, com uma estreia absoluta e duas estreia absoluta e duas estreias nacionais.

    Às 15h00, é a vez de Flávio Rodrigues estrear “Efígie / Chorus Landscape”, na Biblioteca Municipal do Porto. Este espetáculo resulta do envolvimento colaborativo de cerca de 40 pessoas, explorando o som enquanto matéria narrativa que percorre estados preceptivos que se vão metamorfoseando por entre a derrota e a esperança. “Efígie / Chorus Landscape” volta a ser apresentado às 19h00, na Biblioteca Municipal Florbela Espanca, em Matosinhos.


    A seguir, às 16h00, Luís Guerra apresenta “A Tundra” no Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery. O espetáculo pretende ser uma homenagem ao bioma que é a Tundra e a todos os seres vivos que nela habitam.


    À mesma hora, a KALE Companhia de Dança volta a apresentar “Harmida”, no Armazém 22, em Gaia. O espetáculo, que conta com coreografia de Elisabeth Lambeck, coloca oito corpos em palco a explorar a sua fisicalidade, desenvolvendo uma coreografia abstracta sobre a fuga, a chegada, e a esperança de um recomeço.


    Às 17h00, em plena Praça D. João I, Max Oliveira apresenta o seu espetáculo “M&M (Música e Movimento)”, um trabalho que promete fazer sentir, divertir, expressar e viajar em liberdade num universo de Música e Movimento.


    Às 18h30, “O Poço”, de Jonathan Uliel Saldanha, pode voltar a ser visto, no Teatro Rivoli. O espetáculo coloca o público nas varandas técnicas do Teatro, a 20 metros da altitude, tenta atingir o intangível, através de motores iridescentes, queda livre, cintilância e vapor numa câmara de eco.


    Ao mesmo tempo, às 18h30, no Teatro Campo Alegre, é apresentado “El Agitador Vórtex”, da espanhola Cris Blanco. Durante o espetáculo é criado um filme “feito à mão”, que reflete diferentes géneros – desde o thriller cómico-musical de ficção cientifica com toques de terror e ação, passando pelo karaoke romântico e artes marciais, com figurinos tradicionais, em que a protagonista luta contra o mal.


    O espetáculo de encerramento da segunda edição do festival está a cargo de Yoann Bourgeois. “Celui qui Tombe”, apresenta-se no Coliseu Porto, às 21h30, para testar os limites da gravidade. Os bailarinos são suspensos numa plataforma que balança, roda e inclina, e tentam manter o equilíbrio, desenvolvendo uma perigosa dança de sobrevivência. O espetáculo é dirigido a todo o público e conta com momentos que cruzam a dança com o novo circo e a acrobacia.


    A última noite de um grande festival só podia acabar em festa. Depois do espetáculo, o Meeting Point do DDD, o Café-Rivoli, recebe o DJ Set de Hélio Morais, colaborador dos Linda Martini e dos PAUS!