Companhia marca o reencontro de João dos Santos Martins com a equipa de Projeto Continuado (2015), dando continuidade aos processos de colaboração e investigação então iniciados e marcados por relações de afeto e labor.
Companhia investe esteticamente na ideia de dança enquanto trabalho, utilizando, para isso, casos de estudo que examinam, por exemplo, a sistematização do movimento operário na relação estabelecida com as máquinas, de onde surge um conceito de coreografia enquanto tecnologia ou prótese. Em paralelo, reflete-se sobre como determinadas estéticas de dança, de ambições libertárias e democráticas, estão implicadas na redução dos pontos de tensão do corpo, implementando técnicas de eficácia na concretização do movimento, utilização energética e redução de esforço como alternativa ao modernismo rígido e ideologicamente “exterior” ao corpo.
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Ficha técnica
De João dos Santos Martins • Em colaboração com Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, João dos Santos Martins, Sabine Macher • Encomenda
Maria Matos Teatro Municipal • Residências artísticas O Espaço do Tempo, Nave, Smup — Sociedade Musical União Paredense, Opart/Companhia Nacional de Bailado/ Estúdios Victor Córdon • Apoios CCB, Culturgest, Rua das Gaivotas6, Companhia Olga Roriz, Incrível Almadense, Causas Comuns, Teatro do Eléctrico • Produção e difusão Circular Associação Cultural • Coprodução Teatro Municipal do Porto, Maria Matos Teatro Municipal • Duração aprox. 1h30