estreia nacional
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Porque falamos? Para quem falamos? Sobre quem falamos? Como falamos? De que lugar falamos?
A escritora brasileira Clarice Lispector, na obra A Paixão Segundo G.H., afirma que “o mundo não só me assustaria se eu me tornasse o mundo. Se eu fosse o mundo, não teria medo. Se somos o mundo, somos movidos por um radar delicado que nos guia". Como nos tornamos mundos? Como podemos ser guiados por um radar delicado e, nesse lugar específico e único que é o palco, criar um mundo? Um mundo dominado por imagens medonhas, por imagens luminosas, atravessadas por uma infinidade de perguntas não respondidas e perpassadas por contrastes e paradoxos. Um mundo de fúria.
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Ficha técnica
Coreografia Lia Rodrigues • Dramaturgia Silvia Soter • Desenho de Luz Nicolas Boudier •
Colaboração Artística Sammi Landweer • Interpretação Leonardo Nunes, Felipe Vian, Clara Cavalcanti, Carolina Repetto, Valentina Fittipaldi, Andrey Silva, Karoll Silva, Larissa Lima, Ricardo Xavier • Produção Chaillot – Théâtre Nacional de La Danse • Coprodução Teatro Municipal do Porto, Lia Rodrigues Companhia de Danças; Festival D’Automne de Paris; Centquatre Paris; MA Scène Nationale Pays-de-Montbéliard; Kunstlerhaus Mousonturm Frankfurt am Main, Kusntenfestivaldesartes de Bruxelas; Theater Freiburg, Muffatwerk München • Duração aprox. 1h10