Rúptil | na era dos castigos incorpóreos é um projeto multidisciplinar e de carácter experimental.
É estudado com o propósito de ser apresentado em espaços não convencionais, site-specific e capazes de proporcionar relações variáveis e opcionais entre a obra, o perfomer e o público. “Transeunte”, “contínuo”, “frequência”, “acumulação”, “processo” e “criação” são algumas das palavras e ideias-chave, que, em si, dão lugar à ação base e primordial deste projeto, o caminhar. O performer é tempo, ação e espaço. É transeunte. É compositor e maestro. É minucioso, silencioso e, arbitrariamente, o nada (o vazio como superação e como desejo). É água (mar). Rúptil | na era dos castigos incorpóreos é um projeto processual, nómada e recoletor. Uma ode à beleza do caos que é a existência.
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Ficha técnica
Criação e interpretação Flávio Rodrigues • Apoio e intérprete no processo Bruno Senune • Vídeo Eva Ângelo • Residências artísticas e estruturas associadas Arte Total, Museu dos Biscaínhos, balleteatro, Palácio Pancas Palha / Cia. Olga Roriz, Ilke Studio, Teatro Municipal do Porto, Teatro Académico Gil Vicente, Península/BRONZE, Circolando, deVIR CAPA, Câmara Municipal da Moita / Centro de Experimentação Artística, Comédias do Minho • Apoio à criação Fundação GDA • Coprodução Teatro Municipal do Porto, Arte Total • Duração aprox. 2h