Para se escrever a palavra “SubLinhar”é preciso um ponto e traçar linhas com a mão.
Para se falar a palavra “SubLinhar” é preciso que um conjunto de sons saia da nossa boca. Mas há quem seja de poucas palavras... e o que é que acontece quando ficamos sem palavras? Se retirarmos “Linha” à palavra “Sub(Linha)r” podemos usá-la para desenhar no espaço, insinuar formas, texturas, acentuar movimentos, definir direções ou percursos que nos levam a mudar de lugar, fazer perguntas ao mundo e crescer. Nessas trajetórias o corpo “também fala”, repleto de ossos, tendões e músculos, que experiencia o aqui e o agora.
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Ficha técnica
Criação e Interpretação Marta Cerqueira • Cocriação Inês Campos • Objetos João Calixto • Luz Carin Geada • Música Simão Costa • Figurino Benedetta Maxia • Apoio administrativo MãoSimMão associação cultural • Coprodução LU.CA Teatro Luís de Camões, Materiais Diversos, Teatro Municipal do Porto, Teatro Aveirense • Residências Artísticas e espaço de ensaio Estúdios Vítor Córdon, Teatro Maria Matos, Centro Cultural do Cartaxo, SMUP, Teatro da Voz/Eira, PróDança • Duração aprox 35 mins