Catarina Miranda
Portugal, 1982. Artista que trabalha com linguagens que intercetam a imagem, o movimento, a voz, a cenografia e a luz, abordando o corpo como veículo de transformação e mediação de estados hipnagógicos, bem como de gestos e procedimentos da consciência visceral do presente. Concluiu o Mestrado EXERCE no ICI-CCN Montpellier/FR e a Licenciatura em Artes Plásticas na Faculdade de Belas Artes do Porto (Portugal); estudou Teatro Noh no Centro de Arte de Quioto (Japão). Entre vários trabalhos, Catarina Miranda apresentou as peças de dança ΛƬSUMOЯI, CABRAQIMERA, DREAM IS THE DREAMER, BOCA MURALHA, MAZEZAM e REIPOSTO REIMORTO no Centre Pompidou (Paris, França), Palais de Tokyo (Paris, França), Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, Portugal), Museu de Serralves (Porto, Portugal), Teatro Nacional (Porto, Portugal), Festival Materiais Diversos (Portugal), Festival DDD (Portugal), Festival Pays de Danses (Liège, Bélgica), Festival Mindelact (Cabo Verde), Festival Short Theatre (Roma, Itália). Além disso, apresentou as instalações visuais POROMECHANICS no Centre Pompidou (Paris, França), Festival Walk&Talk (Açores, Portugal), Teatro São Luiz Lisboa, bem como DIAGONALANIMAL no Fabrik Festival (Fall River, EUA) e MOUNTAIN MOUTH no Dance Box e Maizuru RB (Kobe/Maizuru, Japão). Em 2022, colaborou como designer de luz e cenografia no projeto VUZA CANONS – Partituras para Luz e Percussão com Sebastien roux, Ensemble 0 & Drumming GP, apresentado no Museu de Serralves (Porto, Portugal) e na La Soufflerie em Rezé (França). Integra o colectivo vocal COBRACORAL com Clélia Colonna e Ece Canli, tendo actuado no CCB/Lisboa, no Festival Jardins Efémeros 2022 e no Festival Tremor 2023. Em 2016, a RTP 2 lançou o Documentário “PORTUGAL QUE DANÇA”, cujo episódio é dedicado à peça de dança BOCA MURALHA. Atualmente é uma das artistas da GrandLuxe Network e em 2024 foi uma das nomeadas para o Salavisa European Dance Award (SEDA) atribuído pela Fundação Calouste Gulbenkian 2024.